Você fechou um mês forte. Olha o painel, comemora o faturamento bruto — e aí cai a ficha de quanto realmente entrou na conta. A plataforma reteve a taxa dela em cada venda, e o número que sobra é bem menor do que o que apareceu na tela. "Mas é só uns 10%", você pensa. O problema é que esse "só 10%" não é por mês — é em toda venda, o ano inteiro. Num lançamento de seis dígitos, são dezenas de milhares de reais que saíram do seu bolso para a plataforma. E o pior: a maioria dos infoprodutores nunca para para calcular esse custo, porque ele vem "descontado na fonte" e some no meio da empolgação do faturamento bruto.
A taxa do checkout é o custo mais ignorado e, ao mesmo tempo, mais caro de quem vende infoproduto. Diferente de uma despesa que você vê na fatura, ela é silenciosa: nunca sai do seu cartão, apenas deixa de entrar. E justamente por ser invisível, raramente entra na conta na hora de escolher a ferramenta. Este guia mostra como avaliar um checkout de verdade — o que importa além da taxa de fachada — e faz o comparativo de quanto cada modelo custa, incluindo a diferença entre as plataformas que retêm perto de 10% e o Raio Pago, que cobra 1% no PIX.
O que avalia um checkout para infoproduto (além da taxa)
Antes da taxa, vale saber o que um bom checkout precisa entregar — porque o mais barato que converte mal sai caro, e o mais completo que cobra muito também. Quatro coisas importam:
- Conversão. Um checkout que finaliza a venda. Quanto menos fricção (PIX em um clique, poucos campos, carregamento rápido), mais gente conclui. Cada campo a mais e cada segundo de espera derruba a taxa de finalização.
- Meios de pagamento. PIX, cartão (à vista e parcelado) e boleto. Faltar um meio é perder a venda de quem só paga por aquele. E como cada meio tem custo diferente, poder incentivar o mais barato muda o seu líquido.
- Recorrência. Se você vende mentoria, grupo fechado ou área de membros com mensalidade, o checkout precisa cobrar no automático todo mês — não adianta processar venda avulsa e deixar você gerar boleto manual.
- Custo. A taxa por venda e a existência (ou não) de mensalidade. É aqui que mora a maior diferença entre as opções — e o que a maioria ignora.
Com esses critérios na mão, dá para comparar. E o ponto de custo é onde a conta muda de figura.
Quanto custa: o comparativo de taxas
Vamos ao que importa no bolso. As plataformas de infoproduto mais conhecidas operam num modelo parecido: cobram uma taxa única e alta sobre cada venda, na casa dos 10%, independentemente do meio de pagamento. O Raio Pago trabalha diferente — a taxa varia pelo meio, e o PIX sai muito mais barato.
| Meio de pagamento | Plataformas de infoproduto (típico) | Raio Pago |
|---|---|---|
| PIX | ~10% | 1% |
| Boleto | ~10% | 2,5% |
| Cartão à vista | ~10% | 5% |
| Cartão parcelado | ~10% | 10% |
| Mensalidade da ferramenta | Não (mas taxa alta) | Sem mensalidade |
| Custo em mês sem vender | Zero | Zero |
Repare na primeira linha. Numa venda paga por PIX, a plataforma de infoproduto retém perto de 10%, enquanto o Raio Pago cobra 1%. Isso é uma diferença de cerca de 9 pontos percentuais sobre cada venda no PIX — e o PIX é, hoje, o meio que mais cresce no Brasil e o que mais gente prefere. Mesmo no cartão à vista (5%) e no parcelado (10%), o Raio fica igual ou abaixo. Só no parcelado a taxa encosta nos 10% — e ainda assim você controla quando oferecer parcelamento.
Por que o PIX é tão mais barato
A diferença não é arbitrária. O cartão carrega o custo das bandeiras, da adquirência e do risco de chargeback (quando o cliente contesta a compra), e tudo isso encarece a transação. O PIX é uma transferência direta, sem esses intermediários e sem chargeback — por isso o Raio Pago consegue cobrar apenas 1%. A lição prática: sempre que possível, incentive o cliente a pagar por PIX. No checkout do Raio, dá para destacar o PIX como opção principal, o que empurra a maior parte das vendas para a taxa de 1%.
Como levar mais vendas para o PIX
Se o PIX é onde a taxa é menor, faz sentido desenhar o checkout para que o máximo de gente pague por ali. Algumas formas práticas:
- Coloque o PIX como primeira opção. A ordem importa. Quando o PIX aparece primeiro e em destaque, mais gente escolhe ele por padrão — em vez de ir direto no cartão por hábito.
- Mostre que é instantâneo. Muita gente prefere o PIX justamente pela liberação imediata do acesso. Deixar claro que pagando por PIX o acesso sai na hora é um empurrão honesto.
- Reserve o parcelado para o ticket que precisa. O cartão parcelado (10%) faz sentido em ticket alto, onde parcelar destrava a compra. Para ticket menor, incentivar o PIX preserva a sua margem sem perder venda.
O ponto não é forçar ninguém — quem só compra no cartão deve poder comprar no cartão. É facilitar o caminho mais barato para quem é indiferente, e essa fatia costuma ser grande. Cada venda que migra do cartão para o PIX é uma diferença de pontos percentuais que fica no seu caixa.
Receba no PIX a 1% em vez de perder ~10% por venda
O Raio Pago cobra 1% no PIX, 2,5% no boleto e 5% no cartão à vista. Sem mensalidade: você só paga quando o dinheiro entra.
Começar grátis →A conta que ninguém faz: quanto isso pesa no ano
Os pontos percentuais parecem abstratos até você botar número. Vamos a uma conta simples e ilustrativa, só para ver a ordem de grandeza.
Imagine um infoprodutor que fatura R$ 500 mil por ano, com boa parte das vendas no PIX. No modelo de ~10% da plataforma de infoproduto, a taxa morde cerca de R$ 50 mil ao longo do ano. No Raio Pago, supondo que a maior parte desse volume entre por PIX a 1%, a mordida cai para uma fração disso. A diferença — que sobra no seu caixa — é o equivalente a um carro, ou meses de tráfego, ou o salário de alguém no time, todo ano, que hoje escorre em taxa invisível.
Não é preciso acreditar no exemplo: faça a sua conta. Pegue o seu faturamento, separe por meio de pagamento e aplique as taxas dos dois modelos. Quanto mais do seu volume é PIX, maior a diferença a seu favor. Para quem fatura seis ou sete dígitos, o que se economiza em taxa costuma pagar muita coisa — e é dinheiro que você já ganhou, só estava entregando à plataforma. Veja as taxas detalhadas em /precos.
Recorrência: o checkout que cobra mentoria todo mês
Para quem vende mentoria, grupo fechado ou área de membros com mensalidade, o checkout precisa de uma função que a venda avulsa não cobre: a cobrança recorrente. Sem ela, você fecha o aluno e depois tem que gerar boleto manual todo mês, conferir quem pagou e perseguir quem atrasou — um trabalho que cresce com a turma.
O Raio Pago tem recorrência nativa:
- Você configura o valor e a periodicidade uma vez, no fechamento da venda.
- O cliente é cobrado todo mês no automático — cartão recorrente ou link de PIX/boleto na data.
- O pagamento dá baixa sozinho e a NFSe sai junto.
- Quem atrasa entra numa lista de inadimplência clara, com régua de cobrança automática.
E a taxa da recorrência segue a mesma tabela: se a mensalidade é cobrada por PIX, são 1% por cobrança. Numa assinatura que se repete mês após mês, ano após ano, a diferença entre 1% e ~10% sobre cada mensalidade se acumula de forma brutal. Para a estratégia de venda de mentoria, vale ler o guia de como vender mentoria online.
O Raio Pago substitui a Hotmart? A resposta honesta
Vale ser direto, porque é a dúvida certa. No checkout e na cobrança, o Raio Pago substitui — ele processa PIX, cartão, boleto e assinatura recorrente, com taxa muito menor no PIX. O que ele não faz, e a gente não esconde, é hospedar a área de membros: o Raio não entrega as aulas nem tem o player onde o aluno assiste ao conteúdo.
Então, na prática, você tem duas escolhas:
- Vender e cobrar pelo Raio (com o checkout a 1% no PIX) e hospedar o conteúdo onde preferir — área de membros própria, outra plataforma, drive. Os dois se complementam: o Raio cuida do dinheiro e do relacionamento, a plataforma de membros cuida da entrega.
- Continuar com a plataforma que faz tudo e pagar a taxa alta pela conveniência de ter conteúdo e checkout no mesmo lugar.
A pergunta que decide é simples: quanto a conveniência de ter tudo junto vale, comparada aos ~9 pontos a mais de taxa sobre cada venda no PIX? Para a maioria das operações com volume, separar o checkout (barato) da hospedagem (onde o conteúdo já está) sobra caixa suficiente para valer muito a pena.
Checkout integrado ao funil, não solto
Há um ganho do Raio Pago que vai além da taxa: ele não é um gateway solto. O checkout vive dentro da mesma plataforma que tem o funil, o inbox, as páginas e as automações — então cada pagamento está ligado ao lead.
| Recurso | Gateway avulso | Raio Pago no Raio |
|---|---|---|
| PIX, cartão, boleto | Sim | Sim |
| Assinatura recorrente | Às vezes | Sim, nativo |
| NFSe automática | Não | Sim |
| Ligado ao funil do lead | Não | Sim |
| Recuperação de carrinho | Não | Automação nativa |
| Página de vendas junto | Não | Site builder nativo |
| Mensalidade | Às vezes | Não |
Como o checkout enxerga o funil, quem abandona o carrinho entra numa automação de recuperação por WhatsApp e e-mail — algo impossível num gateway desconectado. E quem compra atualiza o card do lead sozinho, alimentando a esteira de recompra. Veja todos os módulos em /recursos.
Use um checkout barato e ligado ao seu funil
PIX a 1%, cartão, boleto, recorrência e NFSe — com recuperação de carrinho automática. Sem mensalidade — comece grátis e pague taxa só quando vender.
Começar grátis →O que conferir antes de trocar de checkout
Trocar de checkout assusta porque o pagamento é o ponto mais sensível da operação — ninguém quer arriscar a venda. Mas a migração é mais simples do que parece quando você sabe o que verificar antes. Um roteiro prático:
- Levante o seu mix de pagamento. Veja, das suas vendas, quanto é PIX, cartão à vista, parcelado e boleto. Esse mix é o que define quanto você economiza — e quem tem muito PIX economiza muito.
- Aplique as duas tabelas de taxa. Calcule o custo no modelo atual e no Raio Pago sobre o mesmo faturamento. A diferença anual é o número que justifica (ou não) a troca.
- Confira a recorrência, se você vende mensalidade. Garanta que a cobrança recorrente atende ao seu produto — periodicidade, meios aceitos, NFSe automática.
- Teste o fluxo de compra. Antes de virar a chave, faça uma compra de ponta a ponta para sentir a fricção do checkout do ponto de vista do cliente.
- Decida o que fazer com o conteúdo. Como o Raio não hospeda a área de membros, defina onde o conteúdo fica — e como o cliente recebe o acesso após pagar pelo Raio.
Feito esse roteiro, a decisão deixa de ser por sensação e passa a ser por número. E como o Raio não tem mensalidade nem taxa de adesão, testar não tem custo fixo: você pode rodar uma campanha pelo Raio Pago e comparar o líquido real antes de migrar tudo.
Os erros ao escolher um checkout
Na hora de decidir, alguns erros saem caros. Os mais comuns:
- Ignorar a taxa porque ela é invisível. Como o desconto vem na fonte, muita gente nem calcula. Mas ~9 pontos a mais no PIX, sobre o ano, é o maior custo evitável da operação.
- Olhar só a taxa do cartão. Se a maior parte das suas vendas é PIX, é a taxa do PIX que decide — e é onde a diferença é maior.
- Esquecer a recorrência. Quem vende mentoria e escolhe um checkout sem cobrança recorrente vira refém do boleto manual e da inadimplência.
- Trocar conveniência por margem sem fazer a conta. Pagar caro "porque está tudo junto" pode fazer sentido — mas só depois de calcular quanto a taxa alta custa por ano.
- Pagar mensalidade de gateway parado. Ferramentas que cobram assinatura fixa pesam nos meses sem lançamento. O modelo de pagar só quando recebe protege o caixa.
Conclusão
A taxa do checkout é o custo mais ignorado e mais caro de quem vende infoproduto, justamente porque é invisível — ela não sai do seu bolso, apenas deixa de entrar. As plataformas de infoproduto retêm perto de 10% sobre cada venda; o Raio Pago cobra 1% no PIX, 2,5% no boleto e 5% no cartão à vista, sem mensalidade. Sobre o faturamento de um ano, e ainda mais sobre mensalidades recorrentes de mentoria, essa diferença é dinheiro que você já ganhou e estava entregando à plataforma.
Seja honesto na decisão: o Raio Pago substitui o checkout e a cobrança, mas não hospeda o seu curso — você vende e cobra pelo Raio, com taxa de 1% no PIX, e hospeda o conteúdo onde já está. Faça a sua conta: separe o faturamento por meio de pagamento, aplique as taxas e veja quanto sobra. O melhor momento para parar de perder ~9 pontos por venda foi no último lançamento. O segundo melhor é antes do próximo.