Infoproduto2 de junho de 2026·12 min de leitura

Checkout para infoproduto: como escolher e quanto custa em taxas

A taxa do checkout é o custo mais ignorado e mais caro do infoproduto. ~10% por venda parece pouco — até virar dezenas de milhares por ano que saem do seu bolso. Veja como comparar taxas e quanto dá para economizar.

Você fechou um mês forte. Olha o painel, comemora o faturamento bruto — e aí cai a ficha de quanto realmente entrou na conta. A plataforma reteve a taxa dela em cada venda, e o número que sobra é bem menor do que o que apareceu na tela. "Mas é só uns 10%", você pensa. O problema é que esse "só 10%" não é por mês — é em toda venda, o ano inteiro. Num lançamento de seis dígitos, são dezenas de milhares de reais que saíram do seu bolso para a plataforma. E o pior: a maioria dos infoprodutores nunca para para calcular esse custo, porque ele vem "descontado na fonte" e some no meio da empolgação do faturamento bruto.

A taxa do checkout é o custo mais ignorado e, ao mesmo tempo, mais caro de quem vende infoproduto. Diferente de uma despesa que você vê na fatura, ela é silenciosa: nunca sai do seu cartão, apenas deixa de entrar. E justamente por ser invisível, raramente entra na conta na hora de escolher a ferramenta. Este guia mostra como avaliar um checkout de verdade — o que importa além da taxa de fachada — e faz o comparativo de quanto cada modelo custa, incluindo a diferença entre as plataformas que retêm perto de 10% e o Raio Pago, que cobra 1% no PIX.

O que avalia um checkout para infoproduto (além da taxa)

Antes da taxa, vale saber o que um bom checkout precisa entregar — porque o mais barato que converte mal sai caro, e o mais completo que cobra muito também. Quatro coisas importam:

  • Conversão. Um checkout que finaliza a venda. Quanto menos fricção (PIX em um clique, poucos campos, carregamento rápido), mais gente conclui. Cada campo a mais e cada segundo de espera derruba a taxa de finalização.
  • Meios de pagamento. PIX, cartão (à vista e parcelado) e boleto. Faltar um meio é perder a venda de quem só paga por aquele. E como cada meio tem custo diferente, poder incentivar o mais barato muda o seu líquido.
  • Recorrência. Se você vende mentoria, grupo fechado ou área de membros com mensalidade, o checkout precisa cobrar no automático todo mês — não adianta processar venda avulsa e deixar você gerar boleto manual.
  • Custo. A taxa por venda e a existência (ou não) de mensalidade. É aqui que mora a maior diferença entre as opções — e o que a maioria ignora.

Com esses critérios na mão, dá para comparar. E o ponto de custo é onde a conta muda de figura.

Quanto custa: o comparativo de taxas

Vamos ao que importa no bolso. As plataformas de infoproduto mais conhecidas operam num modelo parecido: cobram uma taxa única e alta sobre cada venda, na casa dos 10%, independentemente do meio de pagamento. O Raio Pago trabalha diferente — a taxa varia pelo meio, e o PIX sai muito mais barato.

Meio de pagamentoPlataformas de infoproduto (típico)Raio Pago
PIX~10%1%
Boleto~10%2,5%
Cartão à vista~10%5%
Cartão parcelado~10%10%
Mensalidade da ferramentaNão (mas taxa alta)Sem mensalidade
Custo em mês sem venderZeroZero

Repare na primeira linha. Numa venda paga por PIX, a plataforma de infoproduto retém perto de 10%, enquanto o Raio Pago cobra 1%. Isso é uma diferença de cerca de 9 pontos percentuais sobre cada venda no PIX — e o PIX é, hoje, o meio que mais cresce no Brasil e o que mais gente prefere. Mesmo no cartão à vista (5%) e no parcelado (10%), o Raio fica igual ou abaixo. Só no parcelado a taxa encosta nos 10% — e ainda assim você controla quando oferecer parcelamento.

Por que o PIX é tão mais barato

A diferença não é arbitrária. O cartão carrega o custo das bandeiras, da adquirência e do risco de chargeback (quando o cliente contesta a compra), e tudo isso encarece a transação. O PIX é uma transferência direta, sem esses intermediários e sem chargeback — por isso o Raio Pago consegue cobrar apenas 1%. A lição prática: sempre que possível, incentive o cliente a pagar por PIX. No checkout do Raio, dá para destacar o PIX como opção principal, o que empurra a maior parte das vendas para a taxa de 1%.

Como levar mais vendas para o PIX

Se o PIX é onde a taxa é menor, faz sentido desenhar o checkout para que o máximo de gente pague por ali. Algumas formas práticas:

  • Coloque o PIX como primeira opção. A ordem importa. Quando o PIX aparece primeiro e em destaque, mais gente escolhe ele por padrão — em vez de ir direto no cartão por hábito.
  • Mostre que é instantâneo. Muita gente prefere o PIX justamente pela liberação imediata do acesso. Deixar claro que pagando por PIX o acesso sai na hora é um empurrão honesto.
  • Reserve o parcelado para o ticket que precisa. O cartão parcelado (10%) faz sentido em ticket alto, onde parcelar destrava a compra. Para ticket menor, incentivar o PIX preserva a sua margem sem perder venda.

O ponto não é forçar ninguém — quem só compra no cartão deve poder comprar no cartão. É facilitar o caminho mais barato para quem é indiferente, e essa fatia costuma ser grande. Cada venda que migra do cartão para o PIX é uma diferença de pontos percentuais que fica no seu caixa.

Raio Digital

Receba no PIX a 1% em vez de perder ~10% por venda

O Raio Pago cobra 1% no PIX, 2,5% no boleto e 5% no cartão à vista. Sem mensalidade: você só paga quando o dinheiro entra.

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A conta que ninguém faz: quanto isso pesa no ano

Os pontos percentuais parecem abstratos até você botar número. Vamos a uma conta simples e ilustrativa, só para ver a ordem de grandeza.

Imagine um infoprodutor que fatura R$ 500 mil por ano, com boa parte das vendas no PIX. No modelo de ~10% da plataforma de infoproduto, a taxa morde cerca de R$ 50 mil ao longo do ano. No Raio Pago, supondo que a maior parte desse volume entre por PIX a 1%, a mordida cai para uma fração disso. A diferença — que sobra no seu caixa — é o equivalente a um carro, ou meses de tráfego, ou o salário de alguém no time, todo ano, que hoje escorre em taxa invisível.

Não é preciso acreditar no exemplo: faça a sua conta. Pegue o seu faturamento, separe por meio de pagamento e aplique as taxas dos dois modelos. Quanto mais do seu volume é PIX, maior a diferença a seu favor. Para quem fatura seis ou sete dígitos, o que se economiza em taxa costuma pagar muita coisa — e é dinheiro que você já ganhou, só estava entregando à plataforma. Veja as taxas detalhadas em /precos.

Recorrência: o checkout que cobra mentoria todo mês

Para quem vende mentoria, grupo fechado ou área de membros com mensalidade, o checkout precisa de uma função que a venda avulsa não cobre: a cobrança recorrente. Sem ela, você fecha o aluno e depois tem que gerar boleto manual todo mês, conferir quem pagou e perseguir quem atrasou — um trabalho que cresce com a turma.

O Raio Pago tem recorrência nativa:

  • Você configura o valor e a periodicidade uma vez, no fechamento da venda.
  • O cliente é cobrado todo mês no automático — cartão recorrente ou link de PIX/boleto na data.
  • O pagamento dá baixa sozinho e a NFSe sai junto.
  • Quem atrasa entra numa lista de inadimplência clara, com régua de cobrança automática.

E a taxa da recorrência segue a mesma tabela: se a mensalidade é cobrada por PIX, são 1% por cobrança. Numa assinatura que se repete mês após mês, ano após ano, a diferença entre 1% e ~10% sobre cada mensalidade se acumula de forma brutal. Para a estratégia de venda de mentoria, vale ler o guia de como vender mentoria online.

O Raio Pago substitui a Hotmart? A resposta honesta

Vale ser direto, porque é a dúvida certa. No checkout e na cobrança, o Raio Pago substitui — ele processa PIX, cartão, boleto e assinatura recorrente, com taxa muito menor no PIX. O que ele não faz, e a gente não esconde, é hospedar a área de membros: o Raio não entrega as aulas nem tem o player onde o aluno assiste ao conteúdo.

Então, na prática, você tem duas escolhas:

  • Vender e cobrar pelo Raio (com o checkout a 1% no PIX) e hospedar o conteúdo onde preferir — área de membros própria, outra plataforma, drive. Os dois se complementam: o Raio cuida do dinheiro e do relacionamento, a plataforma de membros cuida da entrega.
  • Continuar com a plataforma que faz tudo e pagar a taxa alta pela conveniência de ter conteúdo e checkout no mesmo lugar.

A pergunta que decide é simples: quanto a conveniência de ter tudo junto vale, comparada aos ~9 pontos a mais de taxa sobre cada venda no PIX? Para a maioria das operações com volume, separar o checkout (barato) da hospedagem (onde o conteúdo já está) sobra caixa suficiente para valer muito a pena.

Checkout integrado ao funil, não solto

Há um ganho do Raio Pago que vai além da taxa: ele não é um gateway solto. O checkout vive dentro da mesma plataforma que tem o funil, o inbox, as páginas e as automações — então cada pagamento está ligado ao lead.

RecursoGateway avulsoRaio Pago no Raio
PIX, cartão, boletoSimSim
Assinatura recorrenteÀs vezesSim, nativo
NFSe automáticaNãoSim
Ligado ao funil do leadNãoSim
Recuperação de carrinhoNãoAutomação nativa
Página de vendas juntoNãoSite builder nativo
MensalidadeÀs vezesNão

Como o checkout enxerga o funil, quem abandona o carrinho entra numa automação de recuperação por WhatsApp e e-mail — algo impossível num gateway desconectado. E quem compra atualiza o card do lead sozinho, alimentando a esteira de recompra. Veja todos os módulos em /recursos.

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Use um checkout barato e ligado ao seu funil

PIX a 1%, cartão, boleto, recorrência e NFSe — com recuperação de carrinho automática. Sem mensalidade — comece grátis e pague taxa só quando vender.

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O que conferir antes de trocar de checkout

Trocar de checkout assusta porque o pagamento é o ponto mais sensível da operação — ninguém quer arriscar a venda. Mas a migração é mais simples do que parece quando você sabe o que verificar antes. Um roteiro prático:

  1. Levante o seu mix de pagamento. Veja, das suas vendas, quanto é PIX, cartão à vista, parcelado e boleto. Esse mix é o que define quanto você economiza — e quem tem muito PIX economiza muito.
  2. Aplique as duas tabelas de taxa. Calcule o custo no modelo atual e no Raio Pago sobre o mesmo faturamento. A diferença anual é o número que justifica (ou não) a troca.
  3. Confira a recorrência, se você vende mensalidade. Garanta que a cobrança recorrente atende ao seu produto — periodicidade, meios aceitos, NFSe automática.
  4. Teste o fluxo de compra. Antes de virar a chave, faça uma compra de ponta a ponta para sentir a fricção do checkout do ponto de vista do cliente.
  5. Decida o que fazer com o conteúdo. Como o Raio não hospeda a área de membros, defina onde o conteúdo fica — e como o cliente recebe o acesso após pagar pelo Raio.

Feito esse roteiro, a decisão deixa de ser por sensação e passa a ser por número. E como o Raio não tem mensalidade nem taxa de adesão, testar não tem custo fixo: você pode rodar uma campanha pelo Raio Pago e comparar o líquido real antes de migrar tudo.

Os erros ao escolher um checkout

Na hora de decidir, alguns erros saem caros. Os mais comuns:

  • Ignorar a taxa porque ela é invisível. Como o desconto vem na fonte, muita gente nem calcula. Mas ~9 pontos a mais no PIX, sobre o ano, é o maior custo evitável da operação.
  • Olhar só a taxa do cartão. Se a maior parte das suas vendas é PIX, é a taxa do PIX que decide — e é onde a diferença é maior.
  • Esquecer a recorrência. Quem vende mentoria e escolhe um checkout sem cobrança recorrente vira refém do boleto manual e da inadimplência.
  • Trocar conveniência por margem sem fazer a conta. Pagar caro "porque está tudo junto" pode fazer sentido — mas só depois de calcular quanto a taxa alta custa por ano.
  • Pagar mensalidade de gateway parado. Ferramentas que cobram assinatura fixa pesam nos meses sem lançamento. O modelo de pagar só quando recebe protege o caixa.

Conclusão

A taxa do checkout é o custo mais ignorado e mais caro de quem vende infoproduto, justamente porque é invisível — ela não sai do seu bolso, apenas deixa de entrar. As plataformas de infoproduto retêm perto de 10% sobre cada venda; o Raio Pago cobra 1% no PIX, 2,5% no boleto e 5% no cartão à vista, sem mensalidade. Sobre o faturamento de um ano, e ainda mais sobre mensalidades recorrentes de mentoria, essa diferença é dinheiro que você já ganhou e estava entregando à plataforma.

Seja honesto na decisão: o Raio Pago substitui o checkout e a cobrança, mas não hospeda o seu curso — você vende e cobra pelo Raio, com taxa de 1% no PIX, e hospeda o conteúdo onde já está. Faça a sua conta: separe o faturamento por meio de pagamento, aplique as taxas e veja quanto sobra. O melhor momento para parar de perder ~9 pontos por venda foi no último lançamento. O segundo melhor é antes do próximo.

Perguntas frequentes

Quanto custa um checkout para infoproduto em taxas?

Depende da plataforma. As plataformas de infoproduto mais conhecidas costumam reter perto de 10% sobre cada venda. O Raio Pago cobra por meio de pagamento: PIX 1%, boleto 2,5%, cartão à vista 5% e parcelado 10%. No PIX, a diferença para os ~10% é enorme no acumulado do ano.

Por que a taxa do PIX é tão menor que a do cartão?

Porque o PIX é uma transferência direta, sem as bandeiras, a adquirência e o risco de chargeback que encarecem o cartão. Por isso o Raio Pago cobra apenas 1% no PIX — e por isso vale incentivar o cliente a pagar por PIX sempre que possível.

O Raio Pago substitui a Hotmart ou a Kiwify?

No checkout e na cobrança, sim — ele processa PIX, cartão, boleto e assinatura recorrente. No que ele não faz a gente é honesto: o Raio não hospeda a área de membros nem entrega as aulas. Você pode vender e cobrar pelo Raio e hospedar o conteúdo onde preferir.

O checkout do Raio aceita parcelamento no cartão?

Aceita. O cartão à vista tem taxa de 5% e o parcelado, 10%. Oferecer parcelamento aumenta a conversão de tickets mais altos, e você decide quando faz sentido absorver a taxa maior do parcelado para vender mais.

Tem mensalidade para usar o checkout do Raio?

Não. O Raio Pago não tem mensalidade nem taxa de adesão. Você só paga quando recebe um pagamento — a partir de 1% no PIX. Mês sem vender, custo zero. Diferente de gateways que cobram assinatura mesmo parado.

Dá para cobrar assinatura recorrente no checkout do Raio?

Dá. O Raio Pago tem cobrança recorrente nativa, ideal para mentoria, grupo fechado ou área de membros com mensalidade. Você configura o valor uma vez e o cliente é cobrado todo mês no automático, com NFSe saindo junto.

Como calcular quanto economizo trocando de checkout?

Pegue o seu faturamento por meio de pagamento e aplique as taxas. Se boa parte das suas vendas é PIX, a diferença entre ~10% e 1% sobre esse volume é o que você deixa de perder por ano. Em operações de seis ou sete dígitos, isso costuma pagar muita coisa.

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